Dores de coluna: teremos mesmo “coluna de velho”?

 Em Coluna, Osteopatia, Saúde

O ser humano demorou mais de um milhão de anos entre a descoberta do fogo e a descoberta da roda. Desde aí, em intervalos cada vez mais curtos, saltamos de descoberta em descoberta.

Até ao incrível desenvolvimento científico dos nossos dias, fazendo com que que a medicina e os exames de diagnóstico estejam hoje acessíveis a grande parte da população na Europa, com uma precisão capaz de detetar a mais ínfima anormalidade no nosso corpo.

Só uma percentagem muito reduzida das dores de coluna / costas ou de pescoço se devem a uma causa séria. Assim, grande parte das restantes dores não têm uma relação direta com o que vemos nos exames de imagem, como as ressonâncias magnéticas.

O que é ótimo, mas ao mesmo tempo cria um problema.

A grande maioria da população adulta, ao fazer exames, vai acusar algum tipo de degeneração, como hérnias, protusões, artroses facetarias… sem necessariamente estarem relacionadas com as queixas apresentadas.

“Coluna de Velho”

Na busca de uma minoria com problemas sérios, encontramos uma maioria com problemas menores…

Isto leva a que, a partir do momento em que olham para o relatório, esse conjunto de pessoas com problemas menores passem a ver a sua coluna como uma coluna doente, que não aguenta fazer desporto, (só pode fazer piscina e hidroginástica), que não deve mais pegar em pesos e, consequentemente, a partir desse dia, vão sofrer da coluna para sempre! Passam a pertencer a grande maioria da população adulta que tem “coluna de velho”, sem realmente terem de adotar um estilo de vida limitado e condicionado, que afete de sobremaneira a sua qualidade de vida.

Se sofre de dores na coluna, marque uma visita na nossa clínica! Para marcações de consultas, dúvidas e outras questões, ligue 914 441 371.

Dor Ciática: conceito, sintomas e tratamentos